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17 de dezembro de 2010

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!!!


Kedson, meu amigo querido e fotógrafo preferido.rsrsrs
Obrigada pelas fotos lindas que vc tirou do meu Luquinha!!! Um beijão!!!

14 de dezembro de 2010

Emocionante!!! Reportagem do Esporte Espetacular.

Maravilhosa a reportagem sobre crianças com autismo e a ginástica olímpica que foi exibida pelo Esporte Espetacular.
Verdadeiramente o Amor é o caminho para a cura. Amor, amor e amor!!!

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1391821-7824-NO+RIO+DE+JANEIRO+CRIANCAS+AUTISTAS+SE+DESENVOLVEM+ATRAVES+DO+ESPORTE,00.html

Musicoterapia

Entre tantas atividades, o Lucas iniciou mais uma "Musicoterapia". Fez uma avaliação e é incrível como ele gosta de música. Ficou vidrado na terapeuta cantando e tocando o instrumento e quando acabou a musica, ele riu e segurou a mãe dela pedindo mais. O violão então... Não largou. Ficou fascinado. A música ajuda ela a interagir mais. Quando ele ouve alguma música que ele gosta, no mesmo momento ele me procura e me pede para dançar e cantar com ele. As vezes passamos em frente a alguma loja que está tocando música, me surpreendo com ele andando e balançando a cabeça no ritmo e o melhor é que ele sempre me olha e sorri. É lindo!
O danadinho está tão esperto! Tenho certeza que a musicoterapia vai ajudar ainda mais. Vamos acompanhar.
Ele está fazendo na ABBR no Jardim Botânico. Gostei muito e o preço é bem acessível, sendo R$ 30,00 por sessão.

9 de dezembro de 2010

Chocotone sem glúten e sem leite HUMMMMMM!!!

Gente!!! Que delícia!!! Tirei esta receita do blog da Claudia Marcelino e realmente está aprovado!!! HUMMMMM!!!


Chocotone Sem glúten e Sem leite

Ingredientes:

- 2 xícaras da mistura de farinha sem glúten (2 xíc. de farinha ou creme de arroz, 2/3 de xíc. de fécula de batata, 1/3 de xíc. de polvilho doce);

- 1/2 colher das chá de sal;
- 1/4 de xícara de chá de açúcar granulado;
- 1 1/2 colheres das de chá de CMC clique aqui ;
- 2 colheres das de chá de fermento biológico seco;

- 1 xícara de água mineral morna + 1 colher das de sopa;
- 1 ovo;

- 1 1/2 colheres das de sopa de creme vegetal;
- 1/2 colher das de sopa de essência de panettone;

- 1/2 xícara de mini gotas de chocolate.
Modo de fazer:
1º Em uma vasilha média, adicione todos os ingredientes secos e misture com um batedor de ovos.
2º Adicione a água morna e bata em velocidade baixa para misturar.
3º Junte o ovo levemente batido com o creme vegetal e a essência. Bata em velocidade baixa para misturar. Aumente a velocidade da batedeira para o máximo e bata por mais 3 minutos.
4º Com uma colher, misture as gotas de chocolate.
5º Despeje a massa em uma forma para panettone de 500g untada com creme vegetal. Deixe descansar em local quente (forno microondas fechado) por aproximadamente 40 minutos ou até que a massa atinja 1cm da borda.
6º Enquanto a massa está crescendo, posicione a grade no centro do forno e pré-aqueça o forno em temperatura máxima por 10 min.
7º Leve o Chocotone ao forno, sobre uma assadeira e, asse-o por 3o min. Após 20 min. de cozimento, abaixe para forno médio.

8º Após retirá-lo do forno, pincele creme vegetal sobre a casca para que ela fique mais macia.


6 de dezembro de 2010

Atividades em casa que desenvolvem nossos filhos.

Recebi de uma mãe e achei muito interessante, segue abaixo algumas atividades em casa que ajudam a desenvolver nossos filhos.

"Bom Dia Comunidade do Autismo no Brasil.
As dicas de ATIVIDADES EM CASA, sugeridos pelo Salvador ===== Americana - SP, é realmente um excelente início de semana para colocá-las em prática.
Cada um do seu jeito já passou por elas evidentemente, mas é na simplicidade dessas atividades do dia a dia, que nossos filhos avançam para o infinito que buscamos.
Tal qual o passarinho que tentava apagar o incêndio, estou fazendo a minha parte."

1) Bater massa de bolo na tigela. - O movimento circular, cria firmeza nos pulsos - (A gratificação é lamber o que sobra no fundo da tigela.)

2) Enxugar o banheiro após o banho, e por no varal a toalha do banho para secar. Deve-se ensina-los que tudo isso se deve fazer "vestidos". (É uma farra só).

3) Quando trocar de roupas, acostumá-lo a levar para o lugar adequado - Lavanderia ou o cesto de roupas - (Em pouco tempo eles começam até a corrigir os descuidados que costumam deixar roupas por todos os cantos).

4) Deve-se com muita sutileza e carinho, ensina-los a segurar o prato e servir-se de comida, sem derramar. - A comida fica mais gostosa quando papai ou mamãe o acompanha ao fogão, ou lhe orienta a tirar das tigelas, já na mesa - (A gratificação é quando ir ao restaurante e ele (a) além de escolher a comida que gosta ou quiser, serve-se sozinho. Em pouco tempo ele vai até o Buffet só, serve-se e a família fica de longe assistindo a cena maravilhosa de uma iniciativa antes impensável).

5) Saber arrumar a cama e ter seu quarto organizado, - dentro de rotinas normais, isto é igual o que "nós" fazemos - " deve-se cuidar para que "na condição de autista, ele (a) não se utilize da "mania de organização" própria deles. Tudo isso é fundamental para sua consciência de privacidade e autonomia pessoal.

6) Procurar na maioria das vezes, fazer alguma coisa que ele possa absorver de conhecimentos e funções, com ele junto, mas sem a exigência de que ele (a) tenha que "aprender a fazer". No máximo sugerir "indiretamente", isto é induzindo. em pouco tempo ele estará fazendo o mesmo  da maneira dele (a), quando só então poderemos intervir para correções, etc, caso contrário nossa ansiedade pode por tudo a perder.

7) A preferência da TELEVISÃO, é dele (a). Nada de dar palpite de que eles devem assistir isso ou aquilo. Conheço meninos e moços que assistem Ana Maria Braga e outros que tem pavor de ve-la. - Ela tem uma seriedade que beira ao mau humor e isso eles sentem. Outros que adoram o Ratinho, só porque os pais o odeiam.O que eles gostam é da farra e do barulho das brincadeiras simples. Enganam-se aqueles pais que pensam que eles "não pensam".

8) As  roupas devem ter botões (camisas - calças - Blusas - jaquetas, etc). O movimento de colocar o botão no caseado é extraordinário. Já observaram isso. O resultado é um fator multiplicativo no desenvolvimento da psicomotricidade.

9) Dançar... Alguém aí costuma dançar com o filho (a). Cultivar a dança. Diverte. Mantém o bom humor. Canta-se. Faz barulho e de repente... Ele (a) fala alguma coisa. Meu Deus quem diria...

10) Bom Dia ... Boa Semana
Na Luz e na Paz

Nilton Salvador
Pai do Eros Daniel - 35 anos - Autista
Curitiba - Paraná - Brasil
http://autismovivenciasautisticas.blogspot.com/

Bom dia Amigos da Lista

Algumas Atividades em Casa p/ Nossos Filhos podem ser de muito produtivas .

1) Mandar eles Abria a porta quando chegamos em  Casa

2) Grardar bolsa , grarda chaves m celular  etc

3) Tirar calçados do pai -mae

4) Guardar alimento na  geladeira ( qdo a mamae esta cosinhando ) 

5) Colocar toalha na mesa , talheres etc

6) Colocar roupa no varal  . Tirar roupa do varal

7 ) arrumar a cama , colocar roupa no grauda roupa

8 ) desligar computador  , quem trabalha em casa passar pequenas tarefas ( ex tirar o papel da impressora

9) Sempre que perceber muito longe chame  ele p/ fazer alguma coisa faça ele se sentir util e elogie ele pelo Trabalho


10 ) Bom  dia , Boa Semana A Todos
 

Cura do Austismo!!! Furo de reportagem. DIVULGEUM!!!

Sex, 03 de Dezembro de 2010 21:37 |
Artigos e Notícias - Notícias

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Por Paiva Junior
Sim, 90% dos tipos de autismo têm causas genéticas e poderão ser curados num futuro (que desejamos ser próximo), assim como a Síndrome de Rett. A conclusão é do neurocientista Alysson Muotri, que trabalha na pesquisa da cura do autismo nos EUA.
Em entrevista exclusiva com o neurocientista, que trabalha e reside em San Diego, na California, foi possível entender melhor o que a mídia mundial noticiou há três semanas: uma esperança para a cura do autismo. Aliás, as palavras “cura” e “autismo” jamais estiveram juntas na história da ciência. Só por esse fator, o trabalho já é um marco. Além de Alysson, os neurocientistas Carol Marchetto e Cassiano Carromeu formam o talentoso trio brasileiro que lidera esse trabalho.
Todas as reportagens citavam a cura do autismo. As mais detalhadas, porém, diziam que o tipo de autismo era a síndrome de Rett apenas. Sem entrar na discussão de Rett estar ou não incluída no espectro autista, isso incomodou muita gente e algumas pessoas que se animaram com a notícia se desapontaram ao saber que o trabalho foi feito apenas com  essa síndrome -- que afeta quase que somente meninas (pois os meninos afetados morrem precocemente). Muitos diziam: “síndrome de Rett não é autismo!”. Então de nada valeria a pesquisa para os autistas.
Certo? Errado. 
Alysson não gosta de comentar trabalhos ainda não publicados, porém me revelou com exclusividade que seu próximo trabalho é exatamente o mesmo feito com síndrome de Rett, porém utilizando pacientes com autismo clássico, que deverá ser publicado em algum momento de 2011. E ainda adiantou que os resultados de um subgrupo dessa pesquisa foi o mesmo que conseguiu com os Rett: “os sintomas são similares aos de Rett, mas ainda não tentamos a reversão propriamente dita, mas acreditamos que deva funcionar da mesma forma; os experimentos estão incubando; tudo isso é muito recente ainda. E a filosofia é a mesma: se curar um neurônio, ele acredita que poderá curar o cérebro todo. Quando perguntei se ele já sabe onde será publicado esse trabalho e se tinha mais detalhes, a resposta foi imediata: “Não, ainda é muito cedo, precisamos terminar uma serie de experimentos”. Essa nova pesquisa envolveu vinte pacientes com autismo clássico. “Em alguns casos conseguimos descobrir a causa genética, o que facilita mais a interpretação dos dados”, explicou o brasileiro. Aliás, segundo ele, seria possível identificar o autismo em um exame, usando essa mesma técnica, mas isso hoje seria imensamente caro e complexo, portanto ainda inviável.
A droga para essa possível cura, possivelmente uma pílula, segundo Alysson deve vir em cinco ou dez anos, mas ele adverte: “Não se esqueça que a ciência muitas vezes dá um salto com grandes descobertas. Previ que este meu estudo demoraria uns dez anos e consegui fazê-lo em três anos”, explicou ele, referindo-se à descoberta do japonês Yamanaka de fazer uma célula “voltar no tempo” e reprogramá-la (veja explicação neste link), o que “acelerou” o trabalho do neurocientista.
Outra informação importante revelada por Alysson foi que ainda não se sabe como se comportará o cérebro quando curado do autismo. Tanto a pessoa pode simplesmente “acordar” do estado autista e passar a ter desenvolvimento típico (“normal”), como pode dar um “reset” no cérebro e ter que aprender tudo de novo, do zero, mas aprendendo naturalmente como as crianças neurotípicas (com desenvolvimento “normal”). Pode ser que a pessoa “curada” de autismo passe a ter outros gostos e interesses e até perder algumas habilidades que tinha antes, supõe o pesquisador brasileiro, que ainda tem um longo caminho pela frente no aprimoramento da sua técnica e na busca pela droga mais eficiente, que é o próximo passo das pesquisas. “É um trabalho importante, pois hoje há 1 autista para cada 105 crianças nos EUA”, informa ele.

INTERESSE DA INDÚSTRIA

Por último, ele revelou na entrevista que a indústria farmacêutica já o procurou, mas o laboratório vai seguir de forma independente também, com menos investimento, mas sem muito medo de riscos na busca pela cura definitiva do autismo para todas as idades, que é o desejo do palmeirense Alysson Muotri.
Esses laços evidentes com o país natal, faz o cientista “investir” em ajudar e incluir o Brasil nas pesquisas. Há uma parceria dele com uma equipe da USP (Universidade de São Paulo). A bióloga Karina Griesi Oliveira, passou um ano com os brasileiros na California aprendendo essa nova técnica de reprogramação celular (leia mais neste link da revista Pesquisa, da Fapesp). “Com colaboração da Karina, estamos também trabalhando com alguns pacientes brasileiros”, destacou o paulistano, que também graduou-se na USP.
Muitos dados citados na entrevista, como a estatística de 1 para 105 ainda nem foram publicados, pois, como diz Alysson, estamos lidando aqui com a “nata” da ciência: É a “cutting-edge science”, definiu ele, em inglês. “Esse número foi divulgado na ultima reunião da Sociedade de Neurociências, realizada em novembro de 2010, em San Diego (EUA)”, contou ele, que lidera onze pessoas em sua equipe, que, em alguns momentos, chegou a ter vinte integrantes.
Os detalhes da pesquisa estão na coluna quinzenal "Espiral" de Alysson no portal G1 e a minha entrevista exclusiva completa com o neurocientista brasileiro -- que durou uma hora e dez minutos -- você poderá ler, na íntegra, na próxima edição da Revista Autismo, que sai no primeiro trimestre de 2011 -- valerá a pena aguardar!
Talvez hoje ainda não possamos dizer que o autismo é curável. Mas agora também não se pode mais dar a certeza de que seja incurável.

Paiva Junior é editor-chefe da Revista Autismo e entrevistou Alysson Muotri, por telefone, no dia 02.dez.2010.

 
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