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24 de novembro de 2011

Entrevista com a Secretária de Educação Especial do MEC

Aprender com as Diferenças

Por Inclusive - Inclusão e Cidadania
Inclusive – Como entende a questão da diversidade na escola e qual a avaliação que faz sobre os programas e iniciativas de educação para a diversidade?
Claudia Dutra – O termo diversidade é, muitas vezes, usado como um mero reconhecimento de diferenças que são historicamente instituídas, perdurando a ideia de respeito, de aceitação ou tolerância com relação ao outro. Nesse sentido, a diversidade traz uma referência ao “outro” que denota a oposição entre pólos distintos e não traduz uma concepção das diferenças como a expressão da diversidade humana. Essa designação do “outro” como aquele que difere do padrão de normalidade estabelecido, implicou em diversas formas de exclusão na educação, que são decorrentes da produção do estereotipo da anormalidade.
No que tange às pessoas com deficiência, estas foram marcadas pelo rótulo do anormal da aprendizagem, sem que tenham sido questionadas as práticas pedagógicas que decorrem da visão homogênea do ensino e da aprendizagem. A falta da compreensão da heterogeneidade de todos os seres humanos conduziu ao equívoco de se pensar que a escola não estaria preparada para atender alguns alunos porque demandariam um grau de especialização, conhecimento ou controle sobre suas necessidades ou expectativas, com base na condição de deficiência. No caminho inverso, os diversos programas e ações que tratam da atenção à diversidade humana concebidos na perspectiva da inclusão avançam com relação a um saber centrado em torno de um conjunto de características físicas, intelectuais ou sensoriais, passando a ser pensados no sentido amplo de mudanças no contexto da escola, desde a organização dos recursos até a formação docente para que nenhum aluno tenha limitada sua potencialidade de desenvolvimento acadêmica e social.
A educação especial na perspectiva da educação inclusiva questiona os conceitos que envolvem a classificação e seleção de alunos identificados como “os diferentes”, “os especiais” e outras, contemplando um desenvolvimento inclusivo da escola para promover a aprendizagem conjunta de todos os alunos, que elimine as barreiras que impedem seu pleno acesso, participação e aprendizagem.
Inclusive – A formação docente ou a falta dela é apontada muitas vezes como um dos principais entraves para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas. Existe, nos cursos de Pedagogia e de licenciatura de um modo geral, a preocupação com a formação específica para uma educação inclusiva?
Claudia Dutra – O direito de pleno acesso à educação definido pela legislação brasileira alterará as propostas pedagógicas dos cursos de formação de professores. Os cursos de licenciatura vêm contemplando os componentes curriculares que tratam das necessidades educacionais específicas de alunos público-alvo da educação especial e o tema da inclusão escolar é recorrente na elaboração, debates e estudos acadêmicos. No que se refere à disciplina de Libras, o Censo da Educação Superior/2008 (INEP/MEC) registra sua oferta optativa em 7.614 cursos e, como disciplina obrigatória, está inserida em 694 cursos de Pedagogia, 404 cursos de Letras, dentre outros. Atualmente, a Resolução CNE/CP nº 1 de 2006 que dispõe sobre as Diretrizes da Pedagogia elimina as habilitações específicas e passa a trabalhar a perspectiva da ênfase curricular em determinadas áreas do conhecimento, possibilitando que os professores do ensino regular tenham formação acerca do desenvolvimento das praticas pedagógicas inclusivas.
Inclusive – Como estão organizados os programas de formação para inclusão desenvolvidos e oferecidos pelo MEC? Essa formação está chegando aos municípios do interior?
Claudia Dutra – Conforme a Resolução nº4 CEB/CNE/2009, “Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação específica para a Educação Especial”. Considerando as demandas dos sistemas de ensino, a SEESP implementa desde 2003, o Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade que forma gestores e educadores para atuarem no processo de construção de sistemas educacionais inclusivos. O Programa é desenvolvido por meio de 168 municípios pólos de todos os estados, os quais realizam cursos de formação para seus municípios de abrangência, contemplando desta forma a totalidade dos municípios brasileiros.
A SEESP implementa ainda desde 2007 o Programa de Formação Continuada de Professores na Educação Especial, na modalidade a distância, constituindo uma rede de formação composta atualmente por 13 Instituições de Educação Superior Públicas, que ofertam cursos em nível de aperfeiçoamento e especialização nas áreas da educação especial na perspectiva da educação inclusiva e do Atendimento Educacional Especializado. Em 2009 foram disponibilizadas 6.350 vagas em quatro cursos de especialização e 6.020 vagas em cursos de aperfeiçoamento, neste ano estão sendo ofertadas 24.000 vagas para cursos de aperfeiçoamento disponibilizadas aos professores na Plataforma Freire. As vagas são disponibilizadas para professores que estão em exercício nas redes públicas estaduais e municipais.
Além disso, são desenvolvidos, em parceria com os estados, cursos presenciais de formação continuada para professores das redes públicas estaduais que atuam no atendimento educacional especializado e nas classes comuns do ensino regular.
Inclusive – Qual a importância da inserção de conteúdos de educação em direitos humanos e a oferta obrigatória de Sociologia e Filosofia inclusive para crianças no ensino fundamental?
Claudia Dutra – A educação em direitos humanos está fundamentada na concepção de educação como um direito humano fundamental, que além de seu valor em si torna-se estratégica ao possibilitar o acesso a outros direitos fundamentais. Dessa forma, os conteúdos da educação em direitos humanos possibilitam que a educação insira em seus processos, valores e princípios éticos fundamentais para a construção de uma cidadania comprometida com o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, solidária e voltada à valorização das diferenças. Desse modo, os conteúdos de uma educação em direitos humanos se propõem a romper com uma trajetória histórica, onde as diferenças serviam como justificativa para as desigualdades sociais e os processos de exclusão.
No caso da Sociologia e da Filosofia, ambas ofertam instrumentos para uma maior compreensão da sociedade onde estamos inseridos. No caso da Sociologia, possibilita que reconheçamos as relações de poder estabelecidas na sociedade e os processos de exclusão gerados por estas relações. Já a Filosofia, estimula uma postura crítica frente à realidade social, disponibilizando instrumentos para uma reflexão sobre o fazer humano e suas relações. Esses conteúdos se complementam, dando condições para que as crianças e adolescentes desta geração possam atuar no mundo com maior compreensão e autonomia. Este arcabouço possibilita que sejam feitas verdadeiramente escolhas por parte deste público, tendo como base um conhecimento aprofundado e uma visão desmistificadora do mundo em que se vive.
Inclusive - A regulamentação dos recursos do FUNDEB para o financiamento do Atendimento Educacional Especializado pelo Dec. 6.571/2008 diz respeito às escolas públicas. Como as escolas particulares estão agindo no sentido de atender aos alunos com deficiência?
Claudia Dutra – A Constituição Federal de 1988 traz a educação como direito de todos (art.205), garantias fundamentais como o princípio da igualdade de condições para o acesso e permanência na escola (art. 206) e a garantia do atendimento educacional especializado (art.208, III).
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU/2006), promulgada no Brasil pelo Decreto Nº. 6.949/2009, no art. 24, preconiza o direito das pessoas com deficiência de acesso a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis. Ao ratificar esta Convenção, com status de Emenda Constitucional, o Brasil assume o compromisso de assegurar que as pessoas com deficiência não sejam excluídas da escola comum e que sejam adotadas medidas de apoio para sua plena participação em igualdade de condições com as demais pessoas.
Portanto, a legislação atribui à responsabilidade de oferta do atendimento educacional especializado aos alunos público alvo da educação especial que demandem os recursos pedagógicos e serviços de acessibilidade, às instituições de ensino, sejam públicas ou privadas. As despesas decorrentes desses serviços compõem os custos gerais da instituição, não devendo estas ser atribuídas aos pais de estudantes com deficiência.
Inclusive – Apesar de ilegalmente, muitas escolas particulares ainda recusam-se a receber e a matricular alunos com deficiência. Em muitos estados da federação há experiências positivas no sentido de parcerias afirmativas em relação ao cumprimento dos preceitos legais, envolvendo Conselhos de Direitos, movimentos sociais, Ministério Público e outras instituições. Que avaliação faz dessa situação? É possível afirmar que há avanços na compreensão legal sobre o tema com a adoção da Convenção sobre Os Direitos da Pessoa com Deficiência com status de emenda constitucional?
Claudia Dutra – A disseminação da legislação educacional e dos direitos das pessoas com deficiência deflagrou um importante processo de transformação das escolas brasileiras, que vem alterando suas práticas pedagógicas, eliminando barreiras e investindo na formação docente e em práticas de gestão voltadas para o desenvolvimento inclusivo da escola. Os recentes debates realizados na Conferência Nacional da Educação que embasará o Plano Nacional de Educação (2011 a 2010) são indicativos claros de que há avanços na compreensão do tema da educação inclusiva. Este processo se dá com a participação de vários atores, envolvendo os movimentos sociais, o poder público, as famílias e os operadores da área do direito da infância e juventude e das pessoas com deficiência.
Inclusive – Se no âmbito das escolas privadas há quem sustente que o caráter obrigatório de atendimento às pessoas com deficiência recai apenas sobre a educação pública, muitas escolas públicas valem-se do despreparo como forma de justificar as dificuldades com a educação inclusiva. Mesmo as famílias identificam o despreparo como fator de preocupação. Até que ponto é possível preparar previamente os educadores para a inclusão e quais os requisitos efetivamente importantes nesse processo?
Claudia Dutra – Partido do pressuposto de que cada estudante com deficiência apresenta uma singularidade inerente à condição humana, à escola cabe a organização e a oferta de recursos didáticos e de acessibilidade necessários para atender a especificidade de cada aluno. Sendo assim, o processo de formação continuada é fundamental neste constante fazer pedagógico, plural e singular ao mesmo tempo.
Logo, não há uma condição ideal padronizável, pois esta se desenvolve a partir da realidade de cada escola e das respostas às necessidades educacionais específicas apresentadas pelo conjunto da escola para cada aluno.
Inclusive – A educação inclusiva poderia significar o desenvolvimento da educação para todos, colaborando na construção da sociedade mais igualitária? O que poderia ser apontado nesse sentido?
Claudia Dutra – O desenvolvimento inclusivo da sociedade requer o fortalecimento de políticas para os direitos humanos e a consolidação de um sistema educacional inclusivo torna-se estratégico para a transformação das relações sociais e históricas que produzem discriminação e exclusão. Os movimentos sociais de defesa dos direitos humanos contrapõem as diversas formas de exclusão que impedem as pessoas ou grupo de pessoas do exercício pleno da sua cidadania. A educação inclusiva, a partir da compreensão de que todos os alunos se beneficiam quando as escolas asseguram igualdade de condições de acesso e participação, implica em mudanças de concepção de gestão, formação e práticas pedagógicas para que a organização curricular expresse as diferenças humanas presentes em todos e em cada um como possibilidades de enriquecimento educacional.
A educação inclusiva, neste sentido, promove uma educação para todos porque dissemina a formação de cidadãos autônomos e combate a manutenção da tutela de instituições políticas com relação a determinados grupos populacionais. Ao desestabilizar a hegemonia de um pensamento que representa as relações de poder instituídas que determinam um padrão de escola que seleciona, segrega e exclui, o movimento da educação inclusiva vem construindo novos referenciais que oportunizam questionar esse modelo de educação e de sociedade.
Fonte: Inclusive – Inclusão e Cidadania
Licenciado pela CC2.5

13 de novembro de 2011

Reportagem - Isto é


|  N° Edição:  2191 |  04.Nov.11 - 21:00 |  Atualizado em 13.Nov.11 - 14:22

Autistas chegam ao mercado de trabalho

Como o maior conhecimento sobre o transtorno, terapias adequadas e diagnóstico precoce têm permitido às pessoas com autismo trabalhar

Rachel Costa
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CONQUISTA
Fernanda Raquel desenvolveu a habilidade de desenhar para se comunicar.
Hoje trabalha como ilustradora
Um cenário impensável no passado. Na empresa dinamarquesa de testagem de softwares Specialisterne, 80 dos 100 funcionários têm autismo. Uma das pioneiras na contratação de mão de obra autista, ela é um exemplo do grande avanço ocorrido nos últimos anos no universo das pessoas que convivem com esse transtorno. Com a melhor compreensão sobre a síndrome, os autistas têm deixado a clausura do espaço privado e ganhado o espaço público. “O autismo é um conjunto muito heterogêneo de condições que têm como ponto de contato os prejuízos nas áreas da comunicação, comportamento e interação social”, explica o neurologista Salomão Schwartzman. Se durante muito tempo se falou apenas dessas dificuldades, atualmente começam a ser discutidas as habilidades associadas e como isso pode ser aproveitado em diferentes profissões. Tanto que já há uma primeira geração a chegar ao mercado de trabalho. “Eles têm boa memória, uma mente muito bem estruturada, paixão por detalhes, bom faro para encontrar erros e perseverança para realizar atividades repetitivas”, disse à ISTOÉ o fundador da Specialisterne, Thorkil Sonne.

Sonne resolveu investir no filão após o nascimento do filho autista Lars, hoje com 14 anos. A aposta deu tão certo que a empresa abriu unidades na Islândia, Escócia e Suíça e tem servido de inspiração para outras iniciativas. O empresário calcula entre 15 e 20 os projetos inspirados na matriz dinamarquesa em todo o mundo. Um deles é a Aspiritech, nos Estados Unidos, que, desde o ano passado, funciona com 11 engenheiros autistas trabalhando no teste de softwares. “Desde a década de 80, pesquisas mostram que essas pessoas têm uma capacidade muito maior de perceber pequenos detalhes visuais”, falou à ISTOÉ Marc Lazar, da Aspiritech. “Em testes para medir essa habilidade, eles cumprem o desafio em 60% do tempo gasto pelos demais e com grande acurácia.”

Para se chegar à observação dessas qualidades foi preciso superar um erro de interpretação. “Por muito tempo, o autismo foi encarado como uma deficiência intelectual”, diz Adriana Kuperstein, diretora da Re-fazendo, assessoria educacional especial de Porto Alegre. O que se percebeu posteriormente é que em apenas alguns casos há a associação com deficiências intelectuais. Muitos autistas têm o intelecto preservado, vários com inteligência superior à média, mas não conseguem interagir porque não sabem usar os canais normais de comunicação.
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CONFIANÇA
O dinamarquês Thorkil Sonne tem uma empresa que explora as habilidades dos autistas
“É como um computador sem os softwares necessários para realizar determinada tarefa”, compara a psicóloga Alessandra Aronovich Vinic, que pesquisa autismo. Em seu consultório, ela aplica o método do treino das habilidades sociais. Seus pacientes aprendem, por exemplo, a reconhecer as feições relacionadas a sentimentos, como tristeza e alegria, ou a fixar o olhar no outro enquanto conversam. Pode parecer prosaico, mas faz toda a diferença para quem tem autismo. “As pessoas se comunicam visualmente o tempo todo”, fala Júlia Balducci de Oliveira, 23 anos. Para a jovem, não conseguir olhar nos olhos era uma fonte de angústia só superada com terapia. Formada em cinema, hoje Júlia trabalha na direção de um documentário sobre o autismo.

Atualmente se sabe que quadros mais discretos também se incluem no chamado espectro autista, com boas possibilidades de tratamento. “Mas há 30 anos somente pacientes muito graves eram diagnosticados”, explica Ricardo Halpern, da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Eles eram internados, sedados e alijados do convívio social.” A delimitação desse grupo maior de pessoas aprimorou os métodos de tratamento. “As intervenções começaram a ser feitas mais precocemente, gerando maior inserção social”, disse à ISTOÉ o brasileiro Carlos Gadia, professor do departamento de neurologia da Universidade de Miami e diretor-médico da ONG Autismo&Realidade. Os principais beneficiados foram os pacientes de quadros mais leves.

Foi o caso da jovem Fernanda Raquel Nascimento, 18 anos. A terapia ajudou a jovem a vencer os obstáculos que encontrava para interagir. Também progressivamente ela transformou em profissão o que era uma de suas formas de comunicação, o desenho. Hoje ela comemora seus primeiros trabalhos de ilustração para a Livraria Saraiva, em São Paulo. “Com o dinheiro, quero cursar faculdade”, diz. A jovem ainda trabalha em casa, mas o objetivo é que passe a dar expediente no escritório. “Ela realiza um trabalho de alta qualidade e com um ótimo atendimento da demanda”, fala Jorge Saraiva, proprietário da rede de livrarias. Depois do contato com Fernanda, a empresa iniciou um plano para a contratação de pessoas com diferentes tipos de transtorno, entre eles, o autismo. Que se torne um cenário comum. 
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Comportamento

Lucas brincando

Comecei a registrar alguns momentos do Lucas brincando de maneira funcional. Fiquei muito feliz e surpresa quando eu o vi pegar o carrinho e andar pra lá e para cá. Em nenhum momento ele parou e rodou a rodinha obsecadamente como sempre fazia. Também achei lindo ele pegar o bolão e jogar para cima, bater no chão e se divertir. Estou observando que ele está curtindo mais as brincadeiras e também está mais conectado conosco. Em consequência está olhando mais e tentando se comunicar. Que Deus abençoe!!!










Família Rodarte no Rio de Janeiro

Esta semana foi muito legal, pois o Vovô Neyro e o Tio André estavam no Rio. Passeamos muito e também matamos a saudades. Lucas é o único neto e o único sobrinho, imaginem o dengo...







10 de novembro de 2011

Passeio de Verão - Praia

Adoramos ir para a praia! O Lucas já teve várias fases na praia. Por um tempo ele ficou obsecado pelo mar e só queria ficar dentro da água sem muita noção de perigo. Outra fase foi quando ele só ficava olhando o mar e agora ele está na fase de ter medo de entrar na água, e só quer brincar na areia, gosto desta última, porque não precisamos ficar correndo o tempo todo atrás dele ...rsrsrs Este passeio na praia resultou em uma dorzinha de garganta, mas foi ótimo. Fomos com o nosso amigo Aldair que passava o final de semana aqui no Rio e foi uma festa. Confiram!




6 de novembro de 2011

Dieta "Fazer ou não fazer" ???

Fazemos a dieta livre de glúten e caseína há mais de um ano. Fiz muitas pesquisas e acho que realmente pode ser eficáz em alguns casos, porém não sei se em todos. O Lucas teve melhoras, mas não posso afirmar que foi a dieta isoladamente ou um pouquinho de tudo.
Este final de semana liberei a comilança. Resolvi arriscar e fazer testes para ver até que ponto funciona, senão nunca saberei... Ao mesmo tempo que tenho medo de de repente ele regredir, fiquei muito feliz ao ver como ele ria comendo o pão francês que ele tanto gostava. Vou postando os resultados e gostaria muito de receber mais informações sobre a dieta ou relatos positivos ou negativos... Quando falamos em autismo, nada se comprova então precisamos tentar tudo e estar sempre verificando se está tendo resultados. É uma jornada muito difícil, mas necessária para quem tem fé de um dia poder comemorar a tão sonhada "cura" desses que amamos.

Videos - Teatro com os amigos da Escola

O teatro foi muito legal! A diretora pediu para que eu acompanhasse o passeio, pois o Lucas está se recuperando de uma dorzinha de garganta e qualquer coisa eu o levaria embora. Mas ele ficou bem. É claro que não prestou muito atenção no espetáculo, mas foi legal para começar a ensiná-lo que nesses lugares precisamos ficar quietos e sentados. No final foi uma festa só... Com músicas animadas a criançada se esbaldou de dançar. Acho lindo ver como os amiguinhos o aceitam, principalmente o Vitor Hugo, que dança com ele no video... Um menino lindo por dentro e por fora. Bem... Na hora de ir embora, todos em filinha para chegar na Van e o Lucas só sorriso. Engraçadíssimo!!!



 
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