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28 de agosto de 2012

Novo exame consegue identificar autismo em 10 minutos

Em apenas 10 minutos já é possível dizer se uma criança tem autismo, graças a um novo exame desenvolvido por cientistas americanos. O teste, que usa um aparelho de ressonância magnética comum, possibilita um diagnóstico cada vez mais precoce. A expectativa é que ele esteja disponível nos hospitais em cinco anos. A um custo de 266 reais por paciente, o método apresenta uma precisão de 95%. Mostrando como diferentes partes do cérebro se comunicam, ele deve substituir a exaustiva série de exames tradicionais a que psicólogos, psiquiatras e neurologistas submetem as crianças atualmente - e que mesmo assim podem levar anos para chegar a uma conclusão. Pessoas autistas têm conexões mais fracas entre diferentes partes do cérebro, o que resulta em lentidão no aprendizado e problemas de comunicação e comportamento. O exame desenvolvido em Harvard mostra como moléculas de água viajam pelas conexões cerebrais. Com esse dado, os médicos são capazes de dizer se o paciente tem um cérebro autista ou não. Eficiência - Os pesquisadores afirmam que ainda é preciso realizar mais testes para comprovar se o exame é realmente eficiente, mas estão otimistas. Em exames com 60 pessoas, entre sete e 26 anos, a eficiência foi de 95%. "O paciente mais jovem que testamos tinha 7 anos, mas estamos realizando testes em crianças de três”, diz Nicholas Lange, da Harvard Medical School. Além da rapidez no diagnóstico, o exame pode contribuir também para o tratamento que, conforme já se sabe, precisa começar o quanto antes para dar resultados satisfatórios. Atualmente, há um caso de autismo no mundo para cada grupo de 100 pessoas. Fonte: veja.com

Abordagem lúdica para tratamento odontológico do autista

A odontologia para pacientes com necessidades especiais tem um grande desafio no que diz respeito ao atendimento ambulatorial do paciente autista em razão da dificuldade de relacionamento social que este apresenta. Psicólogos e especialistas em desenvolvimento infantil têm apontado há décadas que crianças que possuem desenvolvimento típico aprendem melhor através de experiências interativas e emocionalmente prazerosas com outras pessoas. Nestas interações, a criança é um participante ativo ao invés de um recipiente passivo de informação. Nos últimos dez anos, os pesquisadores têm percebido que o mesmo vale para crianças com autismo e dificuldades similares. As novas perspectivas e pesquisas em relação ao autismo estão começando a perceber o que o Programa Son Rise® já vem praticando há anos. Este programa tem sido utilizado internacionalmente por mais de 30 anos com crianças e adultos representantes de todo o Espectro do Autismo e dos Transtornos Globais do Desenvolvimento. O Programa Son Rise® é centrado na pessoa com autismo. Isto significa que o tratamento parte do desenvolvimento inicial de uma profunda compreensão e genuína apreciação da pessoa, de como ela se comporta, interage e se comunica, assim como de seus interesses. O Programa Son Rise® descreve isto como "ir até o mundo da pessoa com autismo", e é isso que fazemos para alcançar com êxito o tratamento odontológico. O autismo infantil é um transtorno global do desenvolvimento caracterizado por um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes dos três anos de idade, e apresentando uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três domínios seguintes: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno se acompanha comumente de numerosas outras manifestações, por exemplo: fobias, perturbações de sono ou da alimentação, hetero ou autoagressividade, hand flapping (agitar as mãos), rodopiar etc. O objetivo desse trabalho é apresentar a técnica usada pela autora para facilitar o tratamento odontológico, minimizando o estresse e os custos com o procedimento, favorecendo a inclusão social e treinamento para que mais profissionais usem a técnica, tornando-se aptos a realizar o atendimento em nível ambulatorial. RELATO DE CASO Paciente do gênero masculino, 14 anos, autista, apresentou-se na clínica de odontologia do Projeto Social "Vila Maria - Um Caso de Amor", da Escola de Samba Unidos de Vila Maria, acompanhado da mãe à procura de tratamento. Após realização de uma anamnese criteriosa foi constatado ser um autista de baixo funcionamento, sem verbalização, riso inapropriado, pouco contato visual, resistência à mudança de rotinas, sem acompanhamento psicológico, terapêutico ou escolar, que nunca havia ido ao dentista e apresentava dificuldade de aceitar a higienização bucal feita pela mãe. Foi relatada sua preferência por carros de brinquedo, e o que realmente mais apreciava era comer. Não gostava de ser contrariado e se sentir preso, nessa situação poderia desencadear uma crise. Essa anamnese foi realizada só com a mãe sem a presença do paciente porque o tempo da entrevista poderia deixá-lo nervoso. Após a entrevista iniciou-se o planejamento das sessões de condicionamento lúdico para o tratamento odontológico. Nosso vínculo seria conseguido através dos carrinhos e esse era o primeiro caminho. Na 1ª sessão de condicionamento lúdico iniciei com abordagem adaptando o método Son Rise® à odontologia, fui ao encontro do paciente, que estava sentado na sala de espera realizando movimentos estereotipados com o tronco para frente e para trás, sem notar minha presença. Abortei o uso do jaleco branco e nas mãos levava um carrinho de plástico. Não falei nada, apenas passava na frente dele com o carro entre os dedos. Sentei ao seu lado e aos poucos fui empurrando o carrinho sobre sua perna, imediatamente ele pegou. Comemorei com aplausos e disse: "muito bem!", como indica o Programa Son Rise®. Dessa forma estava sendo motivado a interagir e a intenção era "entrar no mundo da pessoa com autismo". Aos poucos foi aceitando que manipulasse o carrinho sobre suas pernas. Mas precisava mais, teria que entrar ao consultório e era um ambiente novo, desconhecido, cheio de estímulos visuais que podem sobrecarregá-los e serem competitivos ao condicionamento, além de odores que poderiam desencadear crises nesse paciente. Devemos simplificar o ambiente de trabalho. Na cabeça, fiz a opção de usar uma tiara com 2 borboletas presas por longas molas que se mexiam num simples toque, o retorno com essa ação era buscar o contato visual, uma das mais difíceis maneiras de relacionamento do paciente autista. Associei o uso da tiara à música "Borboletinha" das cantigas infantis, em tom baixo e buscando o contato visual. Aos poucos estendi as mãos ao paciente e o conduzi ao consultório. Mais uma vez deu tudo certo e ele me seguiu. Comemoramos novamente: "Muito bem! Formidável!", e mais aplausos. O Programa Son Rise® é lúdico. A ênfase está na diversão. As atividades são adaptadas para serem motivadoras e apropriadas ao paciente mesmo que ele seja um adulto. Uma vez que a pessoa com autismo esteja motivada para interagir com o profissional, este poderá criar situações de aprendizagem - e no nosso caso é conhecer, entender e aceitar o tratamento odontológico. O paciente tem que ter segurança no profissional, confiar em suas palavras e gestos, e o profissional não deve nunca quebrar esse vínculo, respeito e confiança. Entramos no consultório e sentamos sobre um tapete de EVA colocado no chão, onde alguns carrinhos nos esperavam para prosseguir o condicionamento. Falo em prosseguir porque o mesmo já foi iniciado no 1º contato, ainda na recepção, onde detalhes não podem ser esquecidos, já que para esses pacientes não são detalhes. Na altura de nossos olhos estava fixo na parede um espelho de 0,50 x 1,00 m, para tentarmos de várias maneiras o contato visual. Alguns pacientes autistas buscam o contato visual através da imagem refletida no espelho e devemos ficar atentos a isso e comemorar imediatamente quando esse contato for alcançado, motivando para que ele seja repetido. Sempre que comemoramos a habilidade adquirida estamos fortalecendo para que ela se repita. Quando um comportamento é fortalecido é mais provável que aconteça no futuro. Podemos comemorar com aplausos, bolinhas de sabão e várias tentativas até encontrar o que realmente motiva essa pessoa. Buscamos o contato visual porque será o melhor caminho de comunicação para o paciente perceber que você existe e aceitar você para seu mundo. Não podemos ter medo de ousar, confiar sempre, estudar a técnica e aplicá-la com amor. Nessa sessão, conseguimos o contato visual por três vezes, além disso o paciente entrou espontaneamente ao consultório, observou tudo, sentiu alguns objetos com as mãos e aceitou o contato das minhas mãos - que, nesse momento, já estavam com as luvas. Na 2ª sessão de condicionamento lúdico, o paciente chegou e imediatamente entrou ao consultório procurando o carrinho usado na sessão anterior. Meu planejamento era que ele sentasse na cadeira odontológica, então prendi o carrinho no refletor com fita crepe e deixei a luz acesa para chamar a sua atenção. Ótimo, ele encontrou o carrinho e sentou na cadeira. Bati palmas, comemorei e, é claro, dei o carrinho em suas mãos. Nesse momento consegui mais um contato visual e percebi que nosso vínculo estava ficando mais forte. Aproveitei o momento para apresentar a seringa tríplice lançando um pouco de ar no carrinho e depois na perna do paciente, subindo a caminho da boca. Nesse momento gosto de fazer uso das músicas infantis, brincando, cantando e apresentando os instrumentos do consultório. É importante observar cada reação de nosso paciente, apresentar verbalmente cada ação para não ser uma surpresa e fazer de maneira calma sem assustar nem causar estresse. Podemos usar figuras para apresentação dos instrumentos do consultório e depois mostrar o objeto propriamente dito. Parece que dessa forma eles reagem melhor a novidades, essas figuras devem ser simples e exemplificar realmente o objeto de maneira clara - como a fotografia de mãos com luvas, mostrando as mãos com as luvas para que ele possa sentir sua textura. Se a opção for atender pacientes autistas não pense que tudo isso "são detalhes". Ótimo, aceitou a tríplice, as luvas e a manipulação da face, com auxílio de fantoches de dedo e todo apoio lúdico conseguimos acesso à cavidade bucal, e a higiene oral com escova e pasta foi realizada. Nunca se esquecer de recompensar: muito bom! Bolinhas de sabão. Isso é o que afirma o Programa Son Rise®. Para essa sessão já estava ótimo. Na 3ª sessão ele entrou muito tranquilamente e sentou na cadeira, arrancou o carrinho do refletor e começou a gritar alguma coisa que não entendi. De repente o compressor ligou e foi um desastre, uma gritaria só. Ele batia a mão na cabeça e movimentava o tronco para frente e para trás. Pedi que desligassem o compressor mas já era tarde, encerramos a sessão. A 4ª sessão foi marcada com intervalo de uma semana para diminuir o estresse anterior. Estava muito ansiosa ao recebê-lo, mas foi tudo bem: ele entrou, sentou e arrancou o carrinho do refletor. Desta vez o compressor já estava desligado! Iniciamos com profilaxia com uso da baixa-rotação, 1º no carrinho, depois na mão, no rosto e finalmente na boca. Foi ótimo, consegui a profilaxia de todo arco superior e deu para terminar o exame clínico. Conforme fazia a profilaxia, ia mexendo a cabeça para que as borboletinhas balançassem e foi ótimo, consegui por várias vezes o contato visual e percebi que já tínhamos um vínculo. Sessão terminada para não estressar o paciente. Nesse momento sempre pego o brinquedo e guardo afirmando que irá encontrá-lo na próxima sessão e sempre dá certo no retorno. A 5ª sessão foi a mais tranquila de todas: o paciente entrou, sentou, arrancou o carrinho do refletor e ficou com a boca aberta. ÓTIMO! Terminei a profilaxia e marcamos retorno bimestral para controle e prevenção, porque o paciente não apresentava cáries. CONCLUSÃO Para conseguir o tratamento odontológico do paciente autista em ambulatório sem uso das faixas de contenção, é preciso dedicação do profissional, estudo da técnica proposta, compreensão das necessidades e limitações dos indivíduos, acreditar que é possível, paciência, tentar várias vezes cada procedimento e ter muito amor no que se faz. BIBLIOGRAFIA Baron-Cohen et AL. Psychological markers in the detection of autism in infancy in a large population. British Journal of Psychiatry, n.168, p.158-163, 1996. 2. Frith,U. Autism and Asperger Syndrome .Cambridge University Press, 1991. 3. Gauderer, E. Christian. Autismo. São Paulo: Atheneu; 1993. 4. Hogan. Autism Treatment Center of America. Home of the Son-Rise Program®. Modelo de desenvolvimento do Programa Son-Rise®, tradução: Barreto,AD e Inspirados pelo autismo, 2007. 5. Katz, CRT, et al. Abordagem psicológica do paciente autista durante o atendimento odontológico. Odontologia Clín.Cientif. Recife, 8 (2):115-121, a br/jun.,2009 6. Moore, ST. Síndrome de Asperger e a escola fundamental: soluções práticas para dificuldades acadêmicas e sociais. São Paulo: Associação Mais 1,2005. 7. Zink,AG et al. Atendimento odontológico do paciente autista - Relato de caso. Revista ABO Nacional - vol.16, nº5, 313-316, out/Nov.2008. Adriana Zink link do lattes:https://wwws.cnpq.br/curriculoweb/pkg_menu.menu?f_cod=9B470E8BB09F91E8B3C8861E51F47146 -cirurgiã-dentista especialista em pacientes com necessidades especiais -mestranda na Unicsul -membro da Câmara técnica de pacientes especiais do CROSP -vencedora do VI prêmio orgulho autista Brasil http://www.portaleducacao.com.br

23 de agosto de 2012

+ Fotos da Escola Palmo e Meio

O trabalho que a Escola Palmo e meio está fazendo com o Lucas é de tirar o chapéu. Ele está totalmente diferente de quando entrou. Muito mais concentrado nas atividades, brincando com as professoras e com os amiguinhos,está um sapeca nas brincadeiras na sala de psicomotricidade e o mais importante, está super feliz. Tanto as professoras como a mediadora são ótimas e super dedicadas. Estão sempre trocando comigo e registrando os momentos dele na escola para que possamos acompanhar. Então,divido com vocês as grandes vitórias do meu amorzinho. SALA DE PSICOMOTRICIDADE
< TIA KAROL E LUCAS
SALA DE LEITURA

21 de agosto de 2012

Mulher com autismo vira 'encantadora ' de rebanhos nos EUA

Quando era criança, a americana Temple Grandin não se relacionava com outras pessoas e só começou a falar aos quatro anos de idade. Hoje, é uma celebridade, foi tema de filmes, dá aulas na Universidade de Colorado, é assessora do governo dos Estados Unidos e uma autoridade mundial em saúde animal. Temple Grandin foi diagnosticada com autismo durante a infância. A empatia de Grandin com o gado e sua capacidade de entender o que os animais sentem levou à introdução de uma série de mudanças radicais no trabalho com o gado e na indústria de carne americana. Seus livros e palestras a tornaram tão popular que sua vida foi mostrada em documentários para televisão americana e europeia. Grandin esteve recentemente no Uruguai, participando de um encontro sobre saúde animal. Ela afirmou que o autismo está na raiz de sua habilidade. "O autismo me ajuda a entender o gado", disse Grandin em entrevista à BBC. "Penso de forma totalmente visual e é assim que os animais pensam. Minhas memórias são fotográficas e este pensamento visual me permite perceber detalhes que podem aterrorizar os animais, como as sombras, os reflexos no metal ou uma entrada que é muito escura." A professora afirmou que suas memórias parecem um vídeo que ela pode passar várias vezes em sua mente, explorando cada detalhe. Detalhes e métodos Grandin disse que tanto a "mente autista como a mente animal" notam detalhes que podem parecer mínimos para outras pessoas. Em um dos casos em que trabalhou, ela notou que o gado parava abruptamente na entrada de um curral e que isso ocorria devido aos objetos que estavam espalhados no caminho dos animais. Em outro caso, o que assustava os animais era uma entrada muito escura. Ao invés de reconstruir o curral, a abertura de uma janela foi o suficiente para resolver o problema. Os métodos utilizados por Grandin não são convencionais e incluem deitar-se no chão, no local onde o gado fica, para que os animais se aproximem, como se fosse uma "encantadora" de gado. "O gado se sente ameaçado por coisas desconhecidas (...). Uma vaca em uma fazenda de leite vai caminhar sem problemas sobre uma sombra se a vê todos os dias. Mas um animal em um curral vai se assustar com esta mesma sombra se a ver como algo novo." Bem-estar e medo Grandin disse à BBC ser fundamental para a saúde dos animais que os abatedouros obedeçam a alguns requisitos. "Paredes sólidas e um chão que não escorrega são essenciais. Os animais entram em pânico quando escorregam", afirmou. "Os funcionários também devem manter a calma e reduzir muito o uso do bastão elétrico (para ajudar a conduzir o rebanho). A forma como os animais são tratados afeta a qualidade da carne. O uso do bastão e a agitação durante os últimos cinco minutos antes do abate fazem com que a carne fique mais dura", disse. No entanto, a professora afirma que a principal razão de mudar o tratamento dos animais é que "eles são capazes de sentir tanto medo como dor". Alguns críticos perguntam a razão de se melhorar o bem-estar do gado se eles serão mortos para o consumo humano e se o melhor seria simplesmente não matar estes animais. "Quando me perguntam como posso justificar a matança de animais para o consumo de sua carne, minha resposta é a seguinte: o gado não teria nascido se não os tivéssemos criado com fins alimentícios. Devemos dar a eles uma vida boa e uma morte sem dor", afirmou Grandin. Palestras Além de seu trabalho com bem-estar animal, Grandin também dá numerosa palestras sobre autismo, destacando a importância de fornecer logo cedo o apoio de professores capazes de dirigir as fixações de crianças autistas em direções que rendam frutos. "(Albert) Einstein hoje seria diagnosticado como autista. Ele não falou até os três anos de idade." "Steve Jobs, o fundador da Apple, foi perseguido por seus colegas de escola e era considerado um solitário, estranho quando estava na escola", disse Grandin à BBC. "As pessoas diferentes são capazes de conseguir coisas grandiosas", acrescentou. http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6060476-EI238,00-Mulher+com+autismo+vira+encantadora+de+rebanhos+nos+EUA.html

20 de agosto de 2012

Escola Palmo e meio

Brincando com a Tia Fefê
Brincando com os amigos

Lucas aprendendo a andar de tricíclo

Estou ensinando o Lucas a andar de triciclo e de bicicleta. Ele está gostando e bem atento quando digo para ele pedalar e dirigir... Ainda está aprendendo, até tenta mas ainda não consegue pedalar sem ajuda e também ainda não consegue dirigir sozinho. Mas o mais importante é que ele está muito feliz e curtindo a brincadeira. Acredito que logo logo vai estar por aí pedalando e eu doidiha atrás com medo dele cair...rsrsrsr Olhem o clic.

16 de agosto de 2012

Curso de Extensão Autismo

Intervenção Terapêutica e Educacional no Tratamento em TGD Curso Teórico e Prático Duração de 6 meses Objetivos: Contribuir para a capacitação de profissionais e estudantes, para que possam atuar em suas práticas clínicas e educacionais, atendendo às necessidades individuais de seus pacientes/estudantes. Público-alvo: Graduados e graduandos em Psicologia, Educação, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Fisioterapeutas, Medicina e interessados nos transtornos do espectro do autismo. Vantagens: O CORA é uma associação sem fins lucrativos, fundada por mães, cujo objetivo é o tratamento terapêutico e educacional de crianças, adolescentes e adultos com diagnóstico de TGD. Fazendo nossos cursos você terá as seguintes vantagens: Curso em uma instituição séria e que tem um compromisso com a qualidade em seus tratamentos. Professores altamente qualificados e com larga experiência profissional. Praticar a teoria com nossos atendidos, supervisionados por nossa equipe. Conhecer na teoria e prática abordagens como: Teacch, ABA, Pecs, Currículo Funcional Natural e Floortime. Permear a experiência com crianças, adolescentes e adultos. Coordenação Geral: Adriane Michely: graduada em Pedagogia, pós graduada em Psicopedagogia, Certificada em Transtorno do espectro autista PUC/RJ, MBA em Educação Especial Inclusiva, Presidente do CORA. Professores: MÔNICA VETSCH LICHOTE DE LIMA: Fonoaudióloga,especialista em Linguagem. Formação em Comunicação Alternativa e ou Suplementar no Método TEACCH, Afoolter ( formação na Suíça). Atuou em várias Instituições especializadas em Autismo na cidade de Zurique.Curso de Aperfeiçoamento em Autismo na Universidade da Flórida (USA). Professora e Coordenadora do Curso de Especialização em Educação Especial da UNIRIO. EQUIPE DE ESPECIALISTAS DO CORA Investimento: Matrícula: R$ 100,00 Mensalidade: R$ 180,00 Local: Centro de Otimização para a Reabilitação do Autista CORA Rua Honório Bicalho, 102 Penha As aulas teóricas serão aos sábados quinzenalmente, aulas praticas durante a semana em horários à definir conforme a disponibilidade do aluno. Mais informações e inscrições: (21) 8540-5662 Segunda à sexta-feira de 09:00 às 17:00h e-mail: cursodeextensao@corautista.org
 
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