Translate

31 de agosto de 2011

Lilica França Rodarte

Olha que lindaaaa!!! Lilica chegou no domingo e já está fazendo a maior revolução nesta casa. O Lucas ainda está receoso, brinca pouco e quando brinca, puxa suas orelhas, puxa pela perna, tenta morder... Enfim, tem que ficar de olho... Agora ela, simplesmente já se apaixonou por ele, fica no seu pé o tempo todo. Essa união vai dar o que falar...rsrsrsr




28 de agosto de 2011

O BRINCAR COMO AUXÍLIO NO COMPORTAMENTO DA CRIANÇA AUTISTA

A brincadeira é a linguagem das crianças. Pela brincadeira se pode aprender a interação social, trabalhar a atenção, seqüências, habilidades, solucionar problemas, explorar sentimentos, desenvolver causa e efeito, estimular a criatividade. Com a falta de interação social, comunicação e problemas no comportamento, muitos autistas vão necessitar de ajuda para estabelecer uma relação com outras crianças e muitos não sabem brincar, o que precisa ser ensinado.

Para começar escolha algo que funcione com o autista, o que chamaria a sua a
tenção (dinossauros, tubarão, fadas, jogos, bola). Deixe a criança iniciar a brincadeira, fazer uma escolha. Se a criança recusar a sua presença na brincadeira comece apenas observando-a brincar, depois introduza comentários ("nossa, este carro é bem veloz!"). Não se preocupe se a criança ignorar seus comentários, continue a introduzi-los aos poucos.

Ajude a criança a engajar-se na comunicação recíproca na brincadeira. Exemplo: a criança está brincando com um carrinho. Você pode pegar outro carro e dizer: "este carro amarelo corre melhor que o azul. Vou mostrar! Cadê o azul? Ah! aqui está". (Pegue o carro marrom e deixe a criança corrigir você). Cometa outros erros e comece uma corrida de carros com isso.

Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interação.
Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça carona, depois reclame que o cachorro está com fome proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro. Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para o lanche, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança. Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.

Evite questionamentos e direcionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas. Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direcionar a brincadeira para conceitos e seqüências que deseja trabalhar. Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.

Brinque e interaja. Pretenda ser um dos brinquedos e explore isso. Exemplo: Ao invés de dizer "venha e me ajude a construir um forte", seja um personagem que está pedindo ajuda. Converse com os brinquedos. Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura. Exemplo: Se ele só quer brincar com o carro azul, peça para deixar que você brinque uma vez com o carro azul.

Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.
Não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Se divirta com o processo. O único erro é não brincar ou não tentar interagir com a criança.

Criança esperança 2011 - Uma linda história de superação!

http://www.youtube.com/watch?v=jXkqs-r0Z94

18 de agosto de 2011

O QUE NOS LEVA A IMITAR?

Contato visual convida ao mimetismo, dizem cientistas

A imitação pode ser a forma mais sincera de elogio, mas como decide o nosso cérebro quando e quem devemos imitar? Segundo investigadores da Universidade de Nottingham, a chave pode estar num convite implícito comunicado através do contacto visual.
Um estudo publicado no Journal of Neuroscience pela equipa de cientistas da Escola de Psicologia da Universidade de Nottingham mostra que o contacto visual parece agir como um convite para o mimetismo, provocando mecanismos na região frontal do cérebro que controlam a imitação.
Os resultados podem ser as primeiras pistas para entender por que algumas pessoas, como crianças com autismo, lutam para compreender quando se espera que copiem as acções dos outros em situações sociais.
“Muitos estudos têm investigado a cópia e a imitação em termos de ‘neurónios-espelho’, que se acredita serem partes especializadas do cérebro humano que implementam imitação. No entanto, também sabemos que a imitação é cuidadosamente controlada, as pessoas não imitam tudo o que vêem e só copiam o que é importante”, afirmou Antonia Hamilton, investigadora principal do estudo.
“Estudos anteriores mostraram que quando alguém faz contacto visual connosco, é mais provável que copiemos essa pessoa. Então, o contacto visual parece agir como uma mensagem que diz ‘copia-me agora’. Este estudo recente teve como objectivo ver o que acontece a esse sinal no cérebro”, continuou.
A equipe de psicólogos utilizou a ressonância magnética funcional para mapear o cérebro de voluntários enquanto assistiam a vídeos de uma actriz que, por vezes, fazia contacto visual com eles enquanto abria e fechava a mão. O participante foi informado de que deveria abrir a sua própria mão sempre que visse a actriz a mover a dela. Em alguns ensaios o participante copiou a actriz, noutros não.
O tempo de resposta revelou que o participante imitou inconscientemente e mais rapidamente a actriz quando esta promovia o contacto visual. Os cientistas analisaram os dados de imagem cerebral para descobrir quais áreas do cérebro controlavam a decisão de imitar. A análise utilizou um novo método matemático chamado de modelagem causal dinâmica para calcular o processamento de informações no cérebro, algo que nunca foi aplicado à imitação.
Os dados comprovaram que as regiões do cérebro de neurónios-espelho desempenham um papel na tarefa de copiar.
Contudo, revelaram também que essas regiões são controladas pelo córtex pré-frontal medial, uma área do cérebro associada com o planeamento de complexos comportamentos cognitivos, expressando a personalidade, a tomada de decisões e resposta a situações sociais.
De acordo com Antonia Hamilton, “estudos anteriores mostraram que essa região cerebral pré-frontal medial está activa em muitas situações sociais, mas responde menos em pessoas com autismo, o que explica por que as crianças do espectro autista não possam copiar na altura certa”.
A cientista considera que “compreender o controlo da imitação tem implicações para muitas outras áreas da psicologia. Por exemplo, os adolescentes cujo córtex pré-frontal está menos desenvolvido podem ser mais facilmente levados a imitar comportamentos de risco? Poderia um maior contacto visual entre crianças e professores levar a uma melhor aprendizagem por imitação? Poderá um maior controlo da imitação ajudar as crianças com autismo a aprender e interagir de forma mais eficaz? Planeamos realizar mais investigação para responder a estas perguntas”.

Fonte:
Ciência Hoje
2011-08-17

4 de agosto de 2011

Divulgando... Curso Floortime

Curso Introdução ao modelo Floortime
Com Helena Gueiros
Data: 20/08/2011
Horário: 09:00 as 18:00
Local: UERJ ? auditório 13, 1º andar bloco F
De R$ 170,00
Por: R$ 90,00 à vista
Este valor promocional é válido até 8/08/11. Não perca! Após este período paga-se valor normal.
Ligue e saiba mais: (21) 3287-1387/2564-1969
http://www.corautista.org/

A meta no Floortime é desenvolver a criança dentro dos 6 marcos básicos  para a plenitude do desenvolvimento emocional e intelectual do indivíduo. Greenspan descreveu os 6 degraus da escada do desenvolvimento emocional como: noção do próprio eu e interesse no mundo; intimidade ou um amor especial para a relação humana; a comunicação em duas vias (interação); a comunicação complexa; as idéias emocionais e o pensamento emocional. A criança autista tem dificuldades em se mover naturalmente
através desses marcos, ou subir esses degraus, devido à reações sensoriais exacerbadas ou diminuidas e/ou a um controle pobre dos comandos físicos.
Leia mais sobre Floortime em nosso blog: http://corautista.blogspot.com/
 
Desenvolvido por MeteoraDesign.Blogspot.com | Contato