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12 de outubro de 2011

Sinais que podem indicar um problema de desenvolvimento

5 sinais para prestar atenção
Caso seu filho apresente um desses sintomas,
é hora de procurar um pediatra
 FALA
O atraso da linguagem deve ser observado pelos pais.
Se a criança não falar até os 16 meses, é preciso investigar
     "O diagnóstico precoce está na mão do pediatra. O problema é que passa incólume por eles", afirma Amira. Em geral, médicos que atendem o serviço público têm apenas 15 minutos por paciente — e muitas vezes o problema não é notado. Amira, que também é presidente da Sociedade de Pediatria do Pará, é responsável pela criação de um projeto de capacitação de médicos e enfermeiros de alguns estados do Brasil e de países da América Latina para perceber o atraso do desenvolvimento infantil. "Depois do treinamento, vimos que estávamos recebendo mais crianças e muito mais cedo", diz.
     Ricardo Halpern concorda que os esforços devem ser direcionados para o treinamento médico. "É preciso treinar os médicos para que eles percebam estes sinais", diz. A ideia, segundo Halpern, é que a partir do próximo ano sejam realizados cursos de capacitação profissional em cada região do país.
     Atenção aos pais — Halpern explica que vários fatores podem contribuir para problemas do desenvolvimento que, em geral, são uma combinação da genética com fatores ambientais. Doenças como autismo e esquizofrenia, por exemplo, são essencialmente genéticas. Outros elementos, porém, podem contribuir para comprometer o desenvolvimento infantil. Entre eles, estão crianças filhas de mães que tiveram depressão pós-parto ou que não tiveram uma orientação adequada para a amamentação, com histórico de alcoolismo na família, que vivem em um ambiente desfavorável, vítimas de maus tratos.
     Segundo o pediatra, é preciso voltar a atenção para o que os pais dizem durante a consulta. Ele diz que em cada dez diagnósticos, os pais acertam em oito. "Os pais têm uma percepção muito adequada quando seu filho não está bem. Ele pode não saber o que é, mas sabe que ele não está bem", diz.

OLHAR

Quando a criança evita o contato visual direto,
não desenvolve empatia e não compartilha interesses.
     AGRESSIVIDADE

Até certo ponto, a agressividade pode ser normal.
Mas é preciso observar se o comportamento agressivo é frequente e em que situações ele ocorre.



    APRENDIZADO



Quando a criança é hiperativa, tem dificuldade de parar quieta e de aprender.


  SOLIDÃO

Se o seu filho é solitário e não interage com outras crianças,
apresenta características melancólicas e atitudes anti-sociais,
pode haver um distúrbio oculto.

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