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1 de maio de 2011

DESABAFO!!!

Não estamos aqui neste mundo para julgar ninguém, pois este legado está nas mãos de Deus e a nos não compete, porém me pergunto porque as pessoas colocam sempre o dinheiro e seus próprios interesses na frente de tudo, passando por cima de todos sem escrúpulos?
Depois que descobrimos o autismo do Lucas nossa vida mudou muito, nossas prioridades, nossos valores, nossos sonhos... Enfim, somente quem vive algo assim pode saber. O Lucas é a nossa razão de viver e a nossa maior felicidade. Queremos o melhor para ele e faríamos qualquer coisa pela sua recuperação. Somos sensíveis e frágeis a tudo que se diz respeito. Por isso muitos se aproveitam e em nome do dinheiro, enganam, maltratam e se aproveitam.
Esta nuvem negra vai passar... Já passou...rs  Novas estratégias serão tomadas e acredito que todo o mal acontece no momento em que devemos mudar para que o melhor realmente venha a acontecer.
O Lucas melhorou, mesmo no meio da mentira,  acredito que os profissionais que estavam com ele também foram enganados como nós... Podia ter melhorado mais? Esta pergunta só poderei responder daqui a algum tempo. Mas tenho certeza absoluta que ele pode muito e muito mais, por isso continuarei tentando e tentando SEMPRE.
Quero fazer apenas um pedido aos profissionais desta área ou de qualquer outra na área da saúde, "POR FAVOR, NOS AJUDEM, TRABALHEM COM AMOR, RESPEITO E PRINCIPALMENTE COM HONESTIDADE".


Sexta-feira, 29 de abril de 2011 - 09h44       Última atualização, 29/04/2011 - 09h45

Famílias de crianças autistas se revoltam com falsa psicóloga

 

Do Metro/Rio

cidades@eband.com.br

Dizendo ter mestrado em Psicologia, Beatriz Cunha, de 32 anos, atendia crianças que sofrem de autismo há 12 anos em uma clínica em Botafogo, zona sul do Rio. Presa quarta-feira à noite, em flagrante, “ela confessou não ter sequer curso de graduação”, revelou Maurício de Almeida e Silva, delegado da Delegacia do Consumidor (Decom).

Ela foi transferida, ontem, para a Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter), em Magé, na Baixada.

Beatriz foi autuada por estelionato e exercício ilegal da profissão, e seus bens serão sequestrados e bloqueados. Os pais das cerca de 60 crianças que eram atendidas pela falsa psicóloga estão revoltados.

“O único alento é que ela não atendia diretamente as crianças. Mas claro que a equipe seguia a linha imposta por ela. Estamos perplexos. Ela dava os diagnósticos. Não estávamos vendo avanço com o tratamento, mas ela era uma espécie de referência no assunto, dava palestras e seminários”, conta Paulo Ribeiro, pai de Arthur, de 5 anos, que gastou cerca de R$ 60 mil reais em tratamento com o filho.

Os pais vão se reunir hoje à noite em uma clínica também em Botafogo na presença dos terapeutas que atendiam os filhos, para decidir se o tratamento vai continuar e em qual local.

A Ama (Associação dos Amigos do Autista), de São Paulo, garante que nunca indicou a profissional. O Conselho Regional de Psicologia - RJ disponibiliza o telefone 2139-5400 para dúvidas sobre profissionais.

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